thelittlenative:

I’d just like to point out that this is Cole Sprouse dressing up as Howl Pendragon.

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youngbadboysdoitwell:

Miley Cyrus: Bangerz.

4. 4x4 Featuring Nelly.

likenlights:

The newest single of Demi Lovato! Get your copy here:

RECADO!!!!

Sobre: “You’re my angel” eu não sei como eu vou postá-la. Não é de uma hora pra outra que as ideias vem e tudo mais, então pra não ficar muito “embolado” eu vou tentar postar todas as sextas. Repito TENTAR! Obrigada a quem leu. (ninguém hehehe)

Capitulo um

Demetria’s Pov.

Era meu primeiro dia de aula. Se eu estava nervosa? Óbvio! Eu sou tímida demais! É horrível ser tímida. Horrivelmente horrível. Você respira e já acha que vão te zoar ou coisa do tipo. Não é fácil.

Coloquei meu uniforme, a escola era normal, porém seu uniforme era um tanto… Formal? Era uma saia com suspensório e uma blusa branca. Eu até que gostei embora eu odeie saia. Tomei meu café e minha mãe me levou a escola.

Não demorou muito e chegamos “uau”, nós dissemos e rimos em seguida.

A escola era linda! Já ia descendo quando minha mãe me beijou, havia pessoas no portão conversando e eu corei.

- Mãe! – dei um gritinho.

- O que foi? Não posso mais beijar minha filhinha?! – ela disse achando muito normal sua atitude.

- Tchau, mãe. – disse rindo enquanto saía de vez do carro.

Quando eu desci, os olhares se voltaram pra mim e eu senti minhas bochechas queimarem e respirei fundo. Me pus a caminhar até o portão, continuei até chegar à sala, eu já tinha pegado todas as informações necessárias, fui para sala 20. Entrei e não tinha professor e havia poucas pessoas. Mal coloquei os pés na sala e já vieram falar comigo.

- Oi!! Meu nome é Marissa. Qual o seu? – a morena, animadíssima, Marissa, perguntou.

- Oi, meu nome é Demetria. Mas pode me chamar de Demi. – sorri.

- Que lindo seu nome, Demetria… Digo, Demi! – piscou rindo. – Ah… Esses aqui são meus amigos. Gente, digam “oi”! – ela os intimou.

- Meu nome é Matthew. – o branquelo alto disse. Ele era bem bonito… Tinha olhos escuros. Ui!

- Ah, oi. – sorri fraco.

- Meu nome é Beatrice. – sorriu - E esse aqui é o Harry.

- Oi gente. – eu disse sorrindo.

- Quer sentar com a gente, Demi? – Marissa perguntou sorrindo.

- Claro. – me sentei a eles.

Estava me ajeitando na cadeira quando o percebi. Ele era diferente. Estava sentado na última fileira, usava casaco com capuz. Eu fiquei uns segundos, o observando até que ele percebeu. Virei rapidamente e meu Deus! O olhar dele dá medo em qualquer um. Eu queria olhar de novo, mas o pessoal pediu pra que eu prestasse atenção no assunto. Ficamos conversando sobre poucas coisas, pois o professor Edward entrou e todos se calaram. Ele me apresentou, mas nada vergonhoso. Graças a Deus. Passou mais três aulas e o sinal – felizmente – bateu.

- Você não vem Demi? – as meninas me chamaram.

- Sim, só estou terminando de guardar as coisas. Mas se quiserem podem ir. – avisei.

- Ta bom, vamos guardar seu lugar. Beijinhos! – mandaram e atravessaram a porta.

Me distraí deixando meu livro cair. Soltei um “merda” alto, achando que só tinha eu na sala. Mas não. Ele estava lá. Era tão silencioso. Tão quieto… Chegava a dar medo.

- Ah… Pensei que só havia eu aqui. – sorri fraco.

O olhar dele era… Assustador. Ele não respondeu. Ele não fala? Meu Deus.

- Bom… Eu to indo. Tchau. – sorri e nada em troca, nada além de um olhar assustador.

Ia saindo quando tive a brilhante idéia de chamá-lo pra ir à cantina.

- É… Você vai ficar ai? Sozinho? – perguntei estranhando. Realmente não havia mais ninguém na sala.

E mais uma vez… Nada.

- Você não quer vir comigo? – o convidei.

E nada.

- Vem cá, o gato comeu sua língua? – ri fraco.

Ele levantou, passou do meu lado e esbarrou em mim, atravessando a porta.

Suspirei e sai logo depois. Procurei o pessoal e me sentei, bufando.

- O que houve Demi? – Matthew perguntou, preocupado.

- Nada. – forcei sorriso.

- Certeza?

- Absoluta.

- Ótimo… Queremos saber de onde você é. – Marissa riu, empolgada.

Mas que humor!

- Ah… Sou do Brasil. Moro nos EUA, já tem um tempo… Mas por causa do trabalho dos meus pais, eles vivem se mudando.

- Sério? Caraca! Deve ser ruim… – Harry disse comendo suas batatas.

- Não até não… A mudança ocorre de cinco em cinco anos.

- Menos mal. – Bea riu.

- É… – sorri.

Estávamos conversando sobre diversas coisas, até sobre a gata da Mari. Estava olhando o pessoal quando vi uma mesa, só tinha uma pessoa lá e… Ele.

Mas por que ele estava ali sozinho? Confesso que me deu pena. Ah vai… Quem gosta de ficar sozinho? Ninguém!

- Demi?! – Mari me chamou rindo.

- oi? – a olhei.

- Porque estava olhando pro Jonas? – ela perguntou e eles riram.

- Eu? E-e-eu nem sei quem é Jonas. – ri tentando parecer que aquela idéia fosse de outro mundo.

- Ah vai Demi. Bom, vou falar o pouco que sabemos dele. Ele é o estranho do colégio. Todos os dias ele senta ali. Sozinho. E espera nossa turma inteira sair de sala, pra poder vim pra cá. – Mari disse com uma careta.

- E ele fuma e bebe. – Harry completou.

- Sério?! – fiquei surpresa. 

- Sério. – Mat disse.

- Tadinho. – disse pensativa.

- É, mas… Todos tentaram o ajudar e ele rejeitou.

Suspirei. Bom, eu vou abrir o jogo. Eu gostei dele. E digamos que eu quero o ajudar. Deixando a parte de eu gostei dele de lado, ele precisa de ajuda. Ele é sozinho. É horrível se sentir sozinho e estar sozinho. Há um abismo enorme quando a pessoa quer estar sozinha e quando ela está. E particularmente, odeio ver pessoas sozinhas. É tão triste.

O sinal bateu e fomos pra sala. A primeira aula acabou e nada do Jonas chegar. Pedi pro professor pra ir ao banheiro e procurá-lo. Procurei até onde eu sei e nada. Fui à porta do banheiro masculino e gritei “Jonas” e nada dele. Ta legal, minha preocupação aumentou. Fui no jardim e nada… Mas tinha um portão. Abri esse portão e escutei um choro. Corri e o encontrei sentado na grama, fumando um cigarro.

- Meu Deus!

- O que você esta fazendo aqui? – ele levantou com raiva, secando as lágrimas vindo na minha direção.

- Na-na-nada. – gaguejei com medo.

- Nada? Então veio fazer o que aqui? – ele levantou a sobrancelha.

Respirei fundo.

- Caminhar. Respirar um ar puro – estava perdendo o medo. – e você?

- Eu o que? – ele perguntou desconversando.

- Por que você não me respondeu na sala? – perguntei o olhando seria.

- Porque eu não queria ir com você e seus amiguinhos. – ele respondeu tragando um cigarro.

- E por que não voltou pra sala? – perguntei.

- Você faz muitas perguntas. – ele disse me rodeando e quando parou atrás de mim, soltou a fumaça no meu ouvido.

- Eu só quero te ajudar. – disse saindo de perto dele.

- Sabe Demetria… Esse seu gesto é muito bonito. Mas lamento lhe informar que você não é uma heroína. E quem disse que eu preciso de ajuda? – ele sorriu sem ânimo.

- E por que você estava chorando? – ele se prontificou de ficar sério e tragou outra vez.

- Não é da sua conta.

Eu estava chegando perto da ferida.

- Me conta. Deve ser algo… Sério. – deduzi.

Ele começou a rir sem vontade e jogou o cigarro fora. Ele tirou o capuz e seu cabelo era grande e castanho com mechas loiras.

- Quem você pensa que é, pra chegar assim do nada, e querer saber da vida dos outros? Você e seu bando só querem saber da vida alheia, ao invés de procurar algo mais importante pra fazer, tipo contar uns pros outros o que fizeram de tão interessante no final de semana – ele deu um passo pra frente, ficando na minha frente. Bem perto - Vocês na verdade, querem a notícia, para poder espalhar pela escola – ele sorriu irônico -  Então, Demetria, - ele sussurrou meu nome em meu ouvido e sorriu se afastando - fique longe de mim. Bem longe. Você não sabe quem eu sou muito menos do que sou capaz. – ele finalizou serio.

Um medo pairou ali. Meus pêlos se arrepiaram. Meu coração acelerou. Abaixei a cabeça e suspirei. Ele ainda estava perto… Perto demais.

Aproveitei e o abracei. Abracei forte demais. Foi impulso, mas claro que não foi recíproco.

- Jonas, fique bem. Eu sei que você precisa de um apoio. Não sei o que você passou ou está passando. Mas… Fique bem. – terminando o abraço.

Sai de lá o mais rápido possível. Eu estava com medo, mas eu sentia que ele precisava de ajuda. Não era normal um adolescente ser daquele jeito. Não mesmo.

Cheguei na sala e a aula já tinha acabado. O pessoal perguntou onde eu tinha ido, disse que não estava me sentindo bem e eles acreditaram. Fui pra casa de ônibus – eu até tenho carro, mas minha mãe quis me trazer -, e não demorou muito já estava em casa.

Meus pais estavam trabalhando, mas a Marta estava lá pra preparar meu almoço. Marta é viúva, não tem filhos e trabalha conosco desde que eu nasci. Ela é um amor de pessoa e me chama de docinho. Que apelido fofo não é? Assim que pus meu pé em casa, ela apareceu sorrindo feito uma louca.

- Oi docinho!!!!!!! Como foi seu dia? – ela perguntou pegando minha mochila, atenciosa como sempre.

- Foi bom. – sorri – estou com fome, tia. – avisei, sentindo minha barriga gritar.

- Ótimo! Pra comemorar, que tal um peixe assado com uma saladinha, e de sobremesa bolo de chocolate? – ela sorriu sabendo que eu iria amar.

- SÉRIO? MUITO OBRIGADA! – a abracei forte – te amo, tia!

- Eu sei! – se gabou - Mas só se você tomar um bom banho e aí sim você poderá comer. – ela piscou, batendo na minha bunda. Rimos.

- Ta bom… Já volto.

Eu subi as escadas e ela foi pra cozinha. Eu sentei na cama, estava preocupada com Jonas. Aliás, eu só sei o sobrenome dele. Isso é estranho, assim como minha vontade de ajudá-lo. Ele deixou bem claro que me quer longe, mas eu não o farei.

You’re my angel

Sinopse:

Jonas era um cara, digamos que complicado. Sua vida passou a ser uma desgraça quando perdeu seu pai, que também era seu melhor amigo, com apenas oito anos. Sofreu por um tempo, sua mãe o colocou no psicólogo, mas de nada adiantou. Ele se fechou para o mundo, passou a ser o “estranho” da escola, que todos rejeitavam, mas mal sabiam que ele tinha um passado triste. Com 17, Joseph, não sabe o que é se divertir a não ser pelo que ele chama de necessidade. Cigarro e bebidas. É o que fazem sua vida ter sentido… Até que uma menina, bela e doce, lhe estende a mão. Mas… Será que ela irá ser seu anjo da guarda?

Jared sending a message to Brazil

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